os fachos vieram a evora -2020

 im, eu nao fui das que achei que devêssemos ir para a rua dar importância ao encontro dos fascistas, mas os cidadãos da minha cidade organizaram-se quiseram e eu fiz a minha parte, fui. Se eles decidiram travar a luta assim eu travo com eles. E fomos muitos os que estivemos, embora la faltassem muitos mais, como li por aqui, descobrimos os antifascistas de sofá. Nao aceitamos provocações, mas mostramos que lutaremos contra eles. Eles irao dizer que eram muitos, mas nao é verdade...eram muitos os espanhóis, os polacos, os ucranianos e os apoiantes daquela "coisa" vindos do norte do pais, daqui mesmo daqui, eram pouquíssimos. E é isto que importa, do lado certo da barreira estavam os cidadãos antifascistas de Évora e meia dúzia de Lisboa, exatamente o oposto. Eramos cidadãos comuns de todos os partidos da esquerda, mostramos que a Praça é nossa, que a liberdade e a democracia é que nos move. Zeca cantou a Grândola na sacada da Harmonia, a quem temos que agradecer, mesmo sabendo que o dono do prédio estava do lado de la 'da barreira. foi lindo, eles odiaram cada refrão, cada nota e nós entoamo-la a plenos pulmões.

Eles, bom eles chegaram atrasados ( parece-me normal), ficaram entalados entre a fonte e a igreja, pois se viessem mais perto o som da Grândola e de Zé Mario, que se seguiu, das nossas palavras de liberdade nao os deixaria escutar o líder e logo depois foram embora. Sao pouco resistentes, fracos mesmo...a Praça continuou composta do lado de ca, sempre de forma pacifica e com muita cultura.
Foi uma boa forma de luta...agora preparemo-nos porque eles nao desistirão e irão voltar e nós ca´ estaremos!
Grândola, Vila Morena (25 de Abril)

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